Juramos nunca mais nos tocarmos. Não era certo, era
impudico.
Um sentimento que me parecia tão puro, tão casto. Mas que na
verdade era torpe.
O distanciamento era o certo a se fazer, mas a saudade
terrivelmente dolorosa, nos fazia lembrar que era inútil fugir, enganar a nós
mesmos de que não nos amávamos.
Só existia uma salvação para nós… Para mim. A libertação da
alma, a morte.
